Pá, é o guia de festivais do PA' - edição de Agosto
O verão não acabou. Vejamos, Sudoeste, Resurrection Fest, Vagos Open Air, Jazz em Agosto, Bons Sons, TRC ZigurFest e Noites Ritual, entre outros, é a oferta deste mês para os festivaleiros.

Já se conhecem as regras: Justíssimo, Justo, Injusto ou Escandaloso são as qualificações, depois explicadas e balanceadas ao pormenor. Escolham o vosso festival, ou os vossos eventos, e façam favor de ver o que é que o PA’ pensa de cada um deles. Repetimos o repto da edição anterior:
Se tiverem dúvidas quanto à qualidade das propostas, vão passear. Mas, por favor, não deixem de voltar, que nós gostamos de cada um de vós de uma maneira especial.
Interessado em apenas um festival? Segue os atalhos: Vagos Open Air | Barco Rock Fest | Sudoeste | Jazz em Agosto | Paredes de Coura | Bons Sons | Entremuralhas | Resurrection Fest | 13º Festival Intercéltico de Sendim | Monte Verde Festival | Festival do Crato | TRC ZigurFest | Noites Ritual
Vagos Open Air

Depois de três consagradas edições, o VOA já se cimentou com um dos maiores eventos anuais portugueses no que ao metal diz respeito. A versão 2012 traz At The Gates a Portugal e só isso já bastaria para voltar a ter uma multidão vestida de preto pela Lagoa do Calvão. Mas não é só: o cartaz deste ano brinda-nos também com Overkill, Arcturus ou mesmo Textures, um dos expoentes do tão em voga djent.
Data: 3 e 4 de Agosto
Preço: 50 euros
Relação Preço/Qualidade: Justo. O festival justifica o preço com os três cabeças de cartaz.

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Preço superado: At The Gates, Arcturus e Overkill há muito que eram pedidos por estas bandas, não sendo por isso surpreendente a satisfação da comunidade metaleira em relação a este cartaz. Se estas três bandas cá viessem em nome próprio, a soma dos bilhetes provavelmente superaria os 50 euros, logo, tê-las num festival onde também podemos contar com Arch Enemy, Enslaved, Coroner e a surpresa de última hora Nasum, faz do preço um elemento justo.

- Apenas um palco: É comum num festival termos mais do que um palco. Isso não acontece no Vagos Open Air. Há quem considere positivo, mas num evento deste tipo saúda-se sempre uma alternativa ao que se vai sucedendo na main stage.

- After-hours desta edição em diante?: Os festivaleiros que anualmente se unem na Lagoa do Calvão têm vindo a exigir after-hours. A organização parece ter escutado os pedidos e este ano teremos as Twisted Sisters a dar música àqueles que não se satisfazem somente com os concertos. Veremos se a partir de agora essa lacuna ficará preenchida.
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Barco Rock Fest

O Barco Rock Fest é um festival em claro crescimento e isso ficou provado na edição de 2011, em que os cabeças de cartaz eram nem mais nem menos do que os Katatonia. Para esta edição, a parada internacional baixou, mas a oferta nacional para a Praia do Barco continua entre a melhor possível.
Data: 2 a 4 de Agosto
Preço: 20 euros
Relação Preço/Qualidade: Justo. Ainda que a aposta internacional tenha decaído, 20 euros por três dias de música, num cartaz que reúne alguma da nata da portuguesa é um negócio sólido.

- Warm-up: Na verdade, o festival começa HOJE, com um aquecimento feito à base de música electróncia.
- Aposta na música portuguesa: La La La Ressonance, Dead Combo, ALTO!, Laia, A Beta Movement, entre outros, a encabeçar os projectos portugueses do certame.

- Decréscimo de oferta internacional: Passar de Katatonia e Triangulo de Amor Bizarro para The Last Internationale é baixar a parada, definitivamente.

- Repetição de headliners: Os Dead Combo e os Supernada vão encabeçando cada vez mais festivais por aí fora, infelizmente para cada um deles.
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Sudoeste

O Sudoeste TMN é um dos festivais mais antigos em Portugal. No ano em que sopra 15 velas, marca a posição de que não é mais o festival que recebe bandas mais ou menos populares - o Sudoeste virou-se para o grande público e para as massas, e abraçou-as sem deixar de parte os mais eclécticos, que não vão deixar de ter direito a concertos de Nicolas Jaar e Four Tet, por exemplo.
Data: 1 a 4 de Agosto
Preço: 95 euros
Relação Preço/Qualidade: Entre o Justo e o Injusto. Não se tenham ilusões relativamente ao que é o Sudoeste – trata-se de um festival de verão que põe o M no mainstream. Entre tudo o que isso possa representar, estão as apostas bem disfarçadas numa programação que remete para o ecletismo. É assim que se explica Throes+The Shine, Nicolas Jaar, Thievery Corporation e Four Tet no alinhamento do festival.

- Palco Groovebox: A aposta no palco Groovebox deste ano é incontestável. A grande aposta da organização reflecte-se, basicamente, no facto de os melhores nomes do festival estarem todos aqui. A electrónica não tem de ser só bolinhas – e ainda bem que essa vai ficar para o palco principal.
- The Roots: Os norte-americanos voltaram, finalmente, à boa forma com o novo álbum e são, sem sombra de dúvida, a promessa mais sólida de bom concerto no estrado principal do Sudoeste.

- “Palco secundário” fora de cena: O Sudoeste, mesmo sendo um dos festivais mais focados na música de massas, nunca deixou de fora as apostas incríveis no panorama alternativo (e aquele palco secundário, o planeta TMN, era uma coisa de bradar aos céus). Lá vimos os Trail of Dead a dar cartas, os Vicious Five a dar os primeiros passos, os Bonde do Rolá a fazer um pagode absurdo - uma lista que poderia continuar. É pena que o mesmo já não aconteça.
- Campismo: Ouvimos dizer que é parecido com o Texas. Se calhar, podiam aprovar uma lei de posse de armas só para lá.

- Vale os dias todos?: Não há como olhar para o cartaz do SW e perguntar se, na verdade, vale mesmo a pena fazer a visita a todos os dias do festival. O desequilíbrio no cartaz é gritante.
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Jazz em Agosto

Anualmente, a Gulbenkian e o Teatro do Bairro relembram-nos de que há razões para não deixar Lisboa no verão. Não só o trânsito vai ser reduzido pela quantidade de gente que decidiu abandonar a capital, tornando, assim, o ar dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian ainda mais respirável, como estes vão receber concertos do melhor jazz contemporâneo.
Data: 3 a 12 de Agosto
Preço: 20 euros para os concertos no Anfiteatro; 10 euros para o Teatro do Bairro.
Relação Preço/Qualidade: Justo. O jazz não é tão barato quanto devia ser, mas também não podemos dizer que a programação do Jazz em Agosto não justifica os sacrifícios. Continua a ser uma das melhores propostas do género a nível nacional.

- Cartaz: A melhor oferta do Jazz continua a passar pelo evento: Misha Mengelberg & Evan Parker, Mathew Shipp Trio e Ingebrigt Håker Flaten Chicago Sextet são bons exemplos disso, não acham?

- Bilhetes: Os preços para todos os concertos são únicos, não havendo um passe geral ou nenhuma oferta para quem quiser ver mais do que um concerto.

Não há dúvidas quanto ao que vai ser o festival. E ainda bem.
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Paredes de Coura

Este é a vigésima edição de um festival que, a par do terminado Vilar de Mouros, colocou o Minho no mapa dos promotores de concertos e de música. E ainda bem - ninguém é tão versado na arte de bem receber quanto os minhotos, que ainda usufruem de belos espaços para oferecer. Sim, porque a Paredes de Coura acresce a bela praia fluvial do Tabuão, com um anfiteatro natural à espera de receber dEUS, Gang Gang Dance, Kasabian e Japandroids.
Data: 13 a 17 de Agosto
Preço: 80 euros
Relação Preço/Qualidade: Injusto. Temos assistido ao grande crescendo dos cartazes de Paredes de Coura, com um auge estabelecido entre 2005 e 2009, e com um óptimo 2011. Este cartaz não se pode equiparar a esses anos áureos.

- Praia do Tabuão: O espaço que recebe o Paredes de Coura continua a ser um dos mais bonitos e perfeitos para um festival em Portugal. Vale a visita só por isso.
- Vila: A vila de Paredes de Coura já não vive sem esta injecção anual de festivaleiros amalucados e sedentos de fugir da comida e das casas de banho de campismo. Melhor ainda, já mal devem conseguir esperar para que 13 de Agosto chegue e isso vai-se reflectir naquela simpatia minhota inquestionável.

- Apostas repetidas: Gang Gang Dance trazem o mesmo álbum que os levou a Serralves no ano passado, God is an Astronaut já são repetentes nas lides nacionais, e os PAUS parecem não falhar um único festival este ano.
- Sem headliners: Nem os Kasabian, nem os Ornatos Violeta são verdadeiros headliners para um festival que recentemente recebeu nomes tão enormes quanto Nine Inch Nails, Sonic Youth, Bauhaus, The Cramps e por aí fora. São sapatos grandes demais para qualquer nome deste cartaz.

- Sem nenhum grande lançamento: Paredes de Coura habituou-nos a estar à frente das ondas, antecipando a grandeza dos Arcade Fire em 2005, dos Bloc Party em 2006, das Electrelane em 2007, dos Caribou em 2008 e dos Horrors em 2009. No ano passado até fizeram questão de receber pela segunda vez as Warpaint e provar que não lhes faltam argumentos. E este ano?
- Post-rock em Paredes de Coura: A recente descoberta por parte da organização de que o post-rock é uma boa aposta levou, no ano passado Mogwai a dar um grande concerto. Contudo, os God is an Astronaut estão longe de pertencer a uma estirpe como à dos Mogwai, sendo uma das bandas menos originais e eficazes do género.
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Bons Sons

Acontece de dois em dois anos nos arredores de Tomar, em Cem Soldos, e propõe-se a mostrar que em Portugal existem Bons Sons para desfrutar em bom ambiente. Aliás, esse bom ambiente é conseguido transformando a aldeia que recebe o certame num recinto de festival. sem dúvida, um dos formatos mais interessantes pelo nosso jardim.
Data: 16 a 19 de Agosto
Preço: 35 euros
Relação Preço/Qualidade: Justíssimo. Virar uma aldeia inteira de pernas para o ar e montar um festival, com seis palcos, projecção de filmes e uma feira é um projecto de uma megalomania humilde o suficiente para ser encarado como um projecto que faz a diferença no panorama musical português.

- Cartaz: Com uma dupla focagem na oferta portuguesa e espanhola, o pais convidado desta edição do Bons Sons, a oferta portuguesa é no mínimo brutal: Gala Drop, Márcia, Mikado Lab, PAUS, Filho da Mãe, Legendary Tiger Man... Estão lá todos, não é?
- Conceito: Transformar uma aldeia num festival é no mínimo uma grande ideia. Feira de Marroquinarias – Roupa em segunda mão, bugigangas, artesanato e tudo o mais. E porque não?

- Transportes: Chegar a Cem Soldos é um empreendimento que exige muita diligências. Não que não valha a pena o esforço, pelo contrário; mas cansarmo-nos antes do início do festival não é o projecto perfeito.

- Infraestruturas: O festival sofreu de um grande boom promocional. E ainda bem. Mas será que Cem Soldos aguenta mais pessoas do que aquelas que recebeu em 2010?
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Entremuralhas

O Entremuralhas é um festival com uma mística especial. É uma espécie de reunião anual dos apreciadores do gótico que tem como cenário o Castelo de Leiria.
Datas: 25 e 26 de Agosto
Preço: entre 30€ e 50€
Relação preço/qualidade: Injusto. Ter que largar 50€ para entrar pode ser um bom argumento para desistir, se considerarmos como acréscimo as despesas relativas a deslocações e alojamento para quem é de fora de Leiria

- Um cartaz coerente: quando a crise aperta, não faltam festivais por aí a desvirtuar, mas o Entremuralhas mantém-se fiel às suas intenções.
- Ecletismo: o rótulo de festival gótico pode levar muito boa gente a pensar que a música que por lá passa é toda a mesma coisa, mas o cartaz do Entremuralhas leva-nos ao industrial, ao synthpop, ao new wave, ao folk ou até a um certo neoclassicismo - etiquetas diferentes, postas a sonoridades que têm uma roupagem negra como denominador comum.
- Sete estreias: Suicide Commando, Rome, Stellamara, Jo Quail, The Beauty of Gemina, Daemonia Nymhe e Dernière Volonté actuam pela primeira vez em Portugal por ocasião do festival.

- Preço: E somente isso. Cá entre nós, gostávamos de poder lá ir matar a curiosidade sem gastar tanto dinheiro.

- Entrada limitada a 737 pessoas por dia: por um lado, dá-nos aquela sensação de que temos acesso a uma coisa que não é para qualquer um e evitam-se as confusões, mas, por outro, esta particularidade do recinto é coisa para dificultar alguns planos e servir de justificação para encarecer os bilhetes.
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Resurrection Fest

Dizer que o Resurrection é o maior festival da Península Ibérica dedicado às sonoridades punk/hardcore não é exagero: é a realidade. O cartaz de 2012 traz consigo tantos headliners e lendas, que se torna difícil destacar um e deixar outro sem qualquer menção. O evento tem vindo a crescer consecutivamente, já se mudou para um sítio maior, tem três palcos e faz de Viveiro, na Galiza, ponto de encontro anual para quem é fã dos géneros em que o Resurrection aposta.
Data: 2 a 4 de Agosto
Preço: 60 euros
Relação Preço/Qualidade: Justíssimo. Um grande cartaz a 60 euros. Não há nada a contestar.

- Cartaz: Ter The Descendents, Dead Kennedys, At The Gates, Converge, Hatebreed, Nasum, The Black Dhalia Muder, Municipal Waste e muito mais por somente 60 euros é um daqueles convites que faz qualquer fã de punk/hardcore pensar duas vezes. Não chega ao nível daquilo que o Ieperfest coloca em cima da mesa neste Verão, mas o Resurrection sempre é mais perto.

- Distância: É mais perto, mas não é em Portugal. Por esta altura, se ainda estão a pensar em levar a tenda até Viveiro, provavelmente terão dificuldades em arranjar lugar nas excursões organizadas e de carro só compensa se o encherem por completo. Lá está, o bilhete é indubitavelmente barato, mas as despesas de deslocação acabam por encarecer esta missão galega.

- Equipas de segurança: Grades e seguranças acabam por retirar algum ambiente aos gigs. Se por um lado ninguém estranha isso em Hatebreed ou At The Gates, por outro, acaba por ser um pouco desmotivante ver Converge ou Pianos Become The Teeth limitados por um intervalo entre palco e plateia. Concertos como os de Jake Bannon e companhia vivem muito dessa simbiose e, num festival como este, ela não está totalmente assegurada.
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13º Festival Intercéltico de Sendim

Desde 2000 que Sendim, perto de Miranda do Douro, se prepara a preceito para receber o único festival inteiramente dedicado à divulgação de música celta. Esta é, por isso, a 13ª edição do Intercéltico de Sendim.
Data: 3 a 5 de Agosto
Preço: 12,5 euros por noite
Relação Preço/Qualidade: Justíssimo. Se gostam de elfos e duendes, este é o vosso festival. Sem concorrência e com preços tão baixos, praticam aquilo a que se chama de monopólio simpático.

- Único festival celta: Está tudo dito.
- Sendim: A vila de Sendim, ou, na língua local, Sendin, é bonita e será um óptimo palco para o festival.

- Como chegar: Chegar a Sendim é um verdadeiro desafio. Ainda que seja possível fazê-lo de autocarro, ir até ao norte-interior pode ser sempre um desafio para que pensa que tudo se consegue facilmente.

- Um campeonato desconhecido: A música celta é uma daquelas que se aconselha a especialistas. É festão mínimo garantido, mas não vos podemos dizer se a banda X ou Y é boa, criticamente aclamada, ou não. O campeonato da música pop não é receptivo às raízes.
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Monte Verde Festival
O Monte Verde Festival é a prova de que nem tudo se resume ao continente. A acontecer na ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, o festival tem uma programação prominentemente alternativa, sendo que excepção a essa regra, este ano, é David Fonseca.
Data: 16 a 18 de Agosto
Preço: 20 euros
Relação Preço/Qualidade: Justo. São três dias de festival com Terrakota e Da Chick à frente das confirmações já anunciadas.

- São Miguel: Uma das ilhas mais bonitas do mundo, arriscamos afirmar. Torna toda a experiência do festival açoreano mais interessante.
- Aposta local: As raízes não ficam esquecidas no Monte Verde, que não deixa de apostar em bandas do arquipélago, como é o caso dos Self Assistance.

- David Fonseca: Uma das mais constantes repetições dos festivais dos últimos anos. Era tempo de o músico abraçar outros mercados, em vez de saturar este.

- Açores: O arquipélago ainda fica a umas boas braçadas do continente. Quem quiser passar pela experiência açoreana vai ter um mau momento, principalmente numa altura em que já nem o senhor Phelps tem pulmão para ganhar medalhas.
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Festival do Crato

O interior não é esquecido, principalmente quando esse interior fica nas belas pradarias alentejanas. O Crato, perto de Portalegre, volta a oferecer o seu festival anual de artesanato, gastronomia e música, desta feita encabeçado por Boss AC. O que nos interessa, contudo, são os Dead Combo e A Naifa.
Data: 29 de Agosto a 1 de Setembro
Preço: 20 euros
Relação Preço/Qualidade: entre o Justo e o Injusto. A oferta do Festival do Crato não é, de forma alguma, a praia do PA’. Salvam-se os Dead Combo e A Naifa.

- Dead Combo e A Naifa: Os principais representantes da música que seguimos e que, certamente, não se vão portar mal.
- O festival: Campismo gratuito, artesanato, exposições e gastronomia a acompanhar a música. Caso o concerto do Pedro Abrunhosa não corra bem, há sempre alguma comida para tirar a barriga de misérias.
- Crato: Quem é que não gosta da planície alentejana?

- Cartaz: Dead Combo e A Naifa estão demasiado solitários na oferta musical.

- Transportes: Não há muita informação sobre transportes públicos disponível. O que pode querer dizer que vai ser o cabo dos trabalhos. Para os mais cosmopolitar, têm acessos através de auto-estrada, mas, caso se desloquem sozinhos, parabéns, estão a matar o vosso planeta.
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TRC ZigurFest
Depois de uma primeira e relativamente bem sucedida primeira edição, o TRC ZigurFest regressa no final do mês para, desta vez e sem sombra para dúvida, reunir no mesmo cartaz os melhores nomes do panorama alternativo português. Ou, pelo menos, é isso que as primeiras confirmações indicam.
Data: 31 de Agosto e 1 de Setembro
Preço: por anunciar
Relação Preço/Qualidade: As nossas previsões dizem-nos que os bilhetes não deverão ultrapassar os 10 euros. Tendo em conta as actuais confirmações, previmos que a relação seja, no mínimo, justa. Actualizaremos esta parte devidamente e em breve.



